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Burnout por causa do trabalho? Você pode ter direitos

A gente luta por você e só cobra se ganhar. Análise gratuita em até 24h, com total sigilo.

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    Em 2 minutos você conta o que aconteceu. Um advogado analisa sua situação e entra em contato em até 24h pelo WhatsApp.

  • Identificamos todos os seus direitos

    Além do burnout, a gente olha tudo: horas extras, metas abusivas, assédio, afastamento, FGTS. Muita gente descobre direitos que nem sabia que tinha perdido.

  • A gente luta, você acompanha

    Nosso time toca o processo enquanto você foca na sua recuperação. Você acompanha tudo pelo WhatsApp e só cobramos ao final, se você ganhar

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Chegou ao limite por causa do trabalho e não sabe o que fazer?

Quando o trabalho causa o burnout, a lei pode tratar como doença do trabalho. E isso pode garantir indenização, estabilidade no emprego e FGTS do período de afastamento.

  • Metas impossíveis e cobrança o tempo todo

  • Humilhação e pressão na frente dos colegas

  • Mensagens do chefe à noite e no fim de semana

  • Crises de ansiedade, insônia e esgotamento

  • Me afastei e a empresa disse que não foi o trabalho

  • Voltei do afastamento e fui demitido

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Experiência dos nossos clientes

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Você muito bem representado

Sócios-fundadores e mais um time com mais de 30 pessoas advogadas especialistas

  • Júlio Feltrim

  • Thiago Correa

Tire suas dúvidas antes de decidir

  • 1. Vou ter que pagar alguma coisa? E se eu perder?

    A análise inicial é gratuita. Antes de qualquer medida, explicamos os riscos e as condições do atendimento com clareza.

  • 2. Preciso ter diagnóstico de burnout para entrar com ação?

    Um laudo ou atestado ajuda bastante, mas não é a única prova. Relatórios médicos, receitas, afastamentos, mensagens com cobranças fora do horário e testemunhas também contam. No processo, um perito médico nomeado pelo juiz avalia se o trabalho causou ou piorou a doença. Se você ainda não passou por um médico, procure atendimento, pois sua saúde vem em primeiro lugar.

  • 3. Ainda trabalho na empresa ou estou afastado. Posso agir mesmo assim?

    Pode. A lei protege quem busca seus direitos, e dá pra conduzir o caso com discrição enquanto você ainda tem vínculo com a empresa. A gente já cuidou de muitos casos assim e orienta você sobre a forma mais segura de agir.

  • 4. A empresa pode me demitir depois do burnout?

    Depende. Quando o burnout é reconhecido como doença do trabalho e você fica afastado por mais de 15 dias recebendo o benefício acidentário do INSS (o chamado B91), a lei garante estabilidade de 12 meses depois que você volta. Estabilidade é a garantia de não ser demitido sem justa causa nesse período. Se o INSS concedeu o benefício comum, dá para discutir na Justiça se a doença tem relação com o trabalho. Um advogado pode avaliar o seu caso.

  • 5. Saí da empresa faz um tempo. Ainda dá tempo de entrar com ação?

    Em regra, você tem até dois anos após o fim do contrato para entrar com a ação e pode reivindicar direitos dos últimos cinco anos.

  • 6. Como faço para ter uma análise jurídica do meu caso? Vocês atendem outros estados?

    Preencha o formulário e um advogado fala com você pelo WhatsApp em até 24 horas. O atendimento é online, em todo o Brasil.

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