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Reajuste salarial não veio: posso cobrar da empresa?

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Reajuste salarial não veio: posso cobrar da empresa?
Direito Trabalhista
  • Por: Equipe Feltrim Correa
  • Tempo de leitura: 7 minutos
  • 30/01/2026

Reajuste salarial não veio: posso cobrar da empresa?

Reading Time: 7 minutes

Entenda seus direitos quando o aumento prometido não aparece no holerite


Resumo do Artigo

Quando o reajuste salarial não aparece no seu holerite, você tem direito de cobrar da empresa. Esse aumento pode estar previsto em acordo coletivo, dissídio da categoria ou até em promessa documentada do empregador. Neste artigo, a gente explica quando você pode exigir o reajuste, como fazer essa cobrança e o que a lei trabalhista garante para você. Você também vai entender como a Feltrim Correa Advogados pode te ajudar a recuperar esses valores de forma rápida e sem complicação.


O que é o reajuste salarial?

O reajuste salarial é o aumento no seu salário que serve para compensar a inflação e manter seu poder de compra. Diferente da promoção (que reconhece seu desempenho ou nova função), o reajuste é um direito coletivo dos trabalhadores.

Em 2026, o salário mínimo nacional passou para R$1.621, um reajuste de 7,5% em relação ao ano anterior. Mas atenção: se você ganha acima do mínimo, esse aumento automático não se aplica a você. Seu reajuste depende de negociações específicas da sua categoria ou empresa.

Esse aumento geralmente vem de três formas principais:

Acordo ou convenção coletiva da categoria: Os sindicatos negociam com as empresas e definem um percentual de aumento anual. Esse valor é obrigatório para todas as empresas do setor.

Dissídio coletivo: Quando sindicatos e empresas não chegam a um acordo, a Justiça do Trabalho decide qual será o reajuste. A decisão vale para toda a categoria.

Promessa da empresa: Em alguns casos, a própria empresa pode prometer um aumento em contrato, e-mail, comunicado interno ou durante negociações individuais.

De acordo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), os acordos e convenções coletivas têm força de lei. Isso significa que, se o seu sindicato conseguiu um reajuste de 5%, por exemplo, a empresa é obrigada a pagar.

Quando você tem direito ao reajuste?

Você pode cobrar o reajuste salarial em várias situações. Veja as principais:

Reajuste previsto em acordo coletivo

Se o sindicato da sua categoria negociou um reajuste e a empresa não aplicou, você tem direito garantido. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) já decidiu diversas vezes que o acordo coletivo é obrigatório e precisa ser cumprido integralmente.

Exemplo prático: Maria trabalha como auxiliar administrativa e ganha R$2.100. O sindicato da categoria negociou reajuste de 6,8% em maio de 2025, com data-base em janeiro de 2026. Seu salário deveria ser R$2.242,80, mas em fevereiro de 2026 ela continuou recebendo os mesmos R$2.100. Maria tem todo o direito de cobrar essa diferença de R$142,80 por mês.

Dissídio da categoria

Quando não há acordo entre sindicato e empresas, o dissídio é decidido na Justiça. A sentença que define o reajuste precisa ser cumprida por todas as empresas do setor. O TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo) frequentemente julga casos onde empresas tentaram descumprir dissídios.

Promessa documentada da empresa

Se a empresa prometeu um aumento em e-mail, contrato, comunicado ou outro documento, isso vale como compromisso. A palavra da empresa tem valor jurídico quando está registrada.

Exemplo prático: Pedro recebeu um e-mail do RH em dezembro de 2025 dizendo que teria 8% de aumento em janeiro de 2026. Quando chegou fevereiro, nada mudou. Pedro pode usar esse e-mail como prova para cobrar o reajuste.

Atenção ao piso salarial da categoria

Algumas categorias têm piso salarial estabelecido em convenção coletiva. Se você ganha menos que o piso da sua categoria em 2026, isso também configura irregularidade. O piso é diferente do salário mínimo nacional (R$1.621) e costuma ser maior, dependendo da profissão.

Como cobrar o reajuste que não veio?

O primeiro passo é sempre tentar resolver de forma amigável. Muitas vezes, o problema é um erro no departamento pessoal ou falta de comunicação interna.

Passo 1: Procure o RH ou seu supervisor

Leve a documentação que comprova o reajuste (acordo coletivo, e-mail, comunicado) e pergunte educadamente quando o aumento será aplicado. Peça sempre uma resposta por escrito ou e-mail.

Passo 2: Fale com o sindicato

Se o reajuste veio de acordo coletivo ou dissídio, o sindicato pode pressionar a empresa para cumprir. Muitos sindicatos têm departamento jurídico que ajuda nessa cobrança.

Passo 3: Busque orientação jurídica

Se a empresa continuar negando o reajuste, é hora de procurar um advogado trabalhista. Você pode entrar com uma ação para cobrar as diferenças salariais com juros e correção monetária.

Na Feltrim Correa Advogados, a gente cuida de todo esse processo pra você. Analisamos seu caso, reunimos as provas necessárias e acionamos a empresa de forma rápida e eficiente. Nossa equipe tem experiência com casos de reajuste salarial e sabe exatamente como conduzir cada etapa.


Descubra quanto você pode receber em uma ação trabalhista

Se o seu reajuste salarial não foi pago, você pode estar perdendo dinheiro todo mês. Use nossa calculadora gratuita e veja quanto esse valor representa ao longo do tempo. A Feltrim Correa te ajuda a recuperar tudo o que é seu por direito, com clareza e agilidade.

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O que diz a lei sobre reajuste salarial?

A legislação trabalhista brasileira protege o trabalhador em relação aos reajustes previstos. Veja o que dizem as principais normas:

CLT e os acordos coletivos

O artigo 611 da CLT estabelece que convenções e acordos coletivos têm força obrigatória entre as partes. Isso significa que empresa e trabalhador precisam cumprir o que foi acordado com o sindicato.

Jurisprudência do TST

O TST já consolidou o entendimento de que o descumprimento de cláusulas de reajuste em acordos coletivos gera direito à diferença salarial, acrescida de reflexos em férias, 13º salário e FGTS.

Decisões do TRT-SP

O TRT de São Paulo frequentemente condena empresas que não aplicam reajustes acordados coletivamente. Os juízes reconhecem que o trabalhador tem direito não só ao valor atrasado, mas também aos reflexos em verbas rescisórias caso seja demitido.

Quais valores você pode cobrar?

Quando a empresa não paga o reajuste, você tem direito a muito mais do que apenas a diferença salarial. Veja tudo o que pode ser recuperado:

Diferenças salariais: Todos os meses em que você não recebeu o reajuste correto.

Reflexos no 13º salário: O 13º é calculado com base no salário, então se você ganhou menos, seu 13º também foi menor.

Reflexos nas férias: O valor das férias e do adicional de 1/3 também são afetados.

FGTS: O depósito do Fundo de Garantia é feito sobre o salário. Se o salário estava errado, o FGTS também está menor.

Juros e correção monetária: Na Justiça do Trabalho, os valores atrasados são corrigidos pela inflação e recebem juros.

Exemplo prático: Carlos deveria ter recebido reajuste de R$ 215 por mês a partir de fevereiro de 2025. Em dezembro de 2025, ele procurou um advogado. Ele tem direito a receber 11 meses de diferença (R$ 2.365), mais os reflexos em 13º, férias e FGTS, além de correção e juros. No final, o valor pode chegar facilmente a R$ 4.000 ou mais.

Como a Feltrim Correa Advogados pode te ajudar

Sabemos que lidar com empresas que não cumprem seus compromissos é frustrante e cansativo. Por isso, a gente criou um atendimento que coloca você no centro de tudo.

Clareza do início ao fim: Explicamos cada etapa do processo em linguagem simples, sem juridiquês. Você sempre vai saber exatamente o que está acontecendo com seu caso.

Agilidade na solução: Nossa equipe age rápido. Analisamos seu caso, reunimos as provas e entramos com a ação sem burocracias desnecessárias.

Proximidade e disponibilidade: Você pode falar com a gente pelo WhatsApp sempre que precisar. Respondemos suas dúvidas e mantemos você informado sobre cada novidade.

Solução completa: Não cuidamos só do processo judicial. Pensamos em tudo: desde a análise inicial até o recebimento dos seus valores, incluindo negociações e acordos.

Nosso compromisso é fazer valer seus direitos com eficiência e respeito. Já ajudamos centenas de trabalhadores a recuperarem valores de reajustes não pagos. E podemos fazer o mesmo por você.

Conclusão

Se o reajuste salarial não apareceu no seu holerite, você não precisa aceitar essa situação. A lei está do seu lado, e existem caminhos claros para cobrar o que é seu por direito.

A Feltrim Correa Advogados está aqui para te apoiar nessa jornada. Com experiência, dedicação e um atendimento humanizado, a gente garante que seus direitos sejam respeitados.

Entre em contato agora pelo WhatsApp e descubra como podemos te ajudar a recuperar tudo o que você tem a receber.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Quanto tempo tenho para cobrar o reajuste salarial que não recebi?

Você tem até 2 anos após o fim do contrato de trabalho para entrar com ação trabalhista. Porém, só pode cobrar os últimos 5 anos de diferenças. Ou seja, se você ainda está trabalhando, pode cobrar os últimos 5 anos. Se já foi demitido, tem 2 anos para procurar um advogado, mas também só recupera os 5 anos anteriores ao processo. Por isso, quanto antes você agir, melhor para seus direitos.

2. A empresa pode me demitir se eu cobrar o reajuste?

Não. A CLT proíbe a demissão por retaliação. Se a empresa te demitir logo depois de você cobrar seus direitos, isso pode ser considerado dispensa discriminatória. Nesse caso, você pode entrar na Justiça pedindo reintegração ou indenização dobrada. A lei protege quem busca seus direitos.

3. Meu salário é o mínimo (R$1.621 em 2026). Tenho direito a mais algum reajuste?

Se você ganha o salário mínimo nacional, automaticamente recebeu o reajuste para R$ 1.621 em 2026. Porém, verifique se sua categoria profissional tem um piso salarial estabelecido em convenção coletiva. Muitas categorias têm pisos acima do mínimo nacional. Se for o seu caso e você está ganhando menos que o piso da categoria, você pode cobrar a diferença.

4. E se meu reajuste estava em um acordo verbal com meu chefe?

Acordos verbais são mais difíceis de provar, mas não são impossíveis. Se você tem testemunhas, mensagens de WhatsApp, e-mails ou qualquer comunicação que mencione o aumento, isso pode servir como prova. A Feltrim Correa te ajuda a reunir todas as evidências possíveis para fortalecer seu caso e mostrar que houve um compromisso real.

5. Como funciona o cálculo dos valores que tenho a receber?

Calculamos a diferença entre o salário que você recebeu e o que deveria ter recebido, mês a mês. Depois, acrescentamos os reflexos em 13º salário, férias com 1/3, e FGTS. Por fim, aplicamos correção monetária pela inflação do período e juros de 1% ao mês. Na prática, o valor final costuma ser bem maior que a simples soma das diferenças mensais.

6. Por que escolher a Feltrim Correa Advogados?

Porque a gente trata você como pessoa, não como número de processo. Temos experiência sólida em direito trabalhista, especialmente em casos de reajuste salarial e outras verbas não pagas. Nosso atendimento é humanizado, rápido e totalmente transparente. Você recebe explicações claras, sem juridiquês, e pode acompanhar seu caso pelo WhatsApp. Nosso compromisso é fazer valer seus direitos com dedicação e respeito.

7. Como funciona o atendimento inicial pelo WhatsApp?

É muito simples. Você entra em contato, conta sua situação e envia documentos básicos como holerite, contrato de trabalho e acordo coletivo (se tiver). Nossa equipe analisa seu caso e te dá um retorno claro sobre suas chances e próximos passos. Tudo sem burocracia, de forma rápida e direta. O WhatsApp fica disponível para você tirar dúvidas sempre que precisar.

8. Quanto custa entrar com um processo com a Feltrim Correa?

Trabalhamos com honorários de êxito. Isso significa que você só paga se ganhar. Não cobramos nada adiantado. Quando você recebe seus direitos, aí sim nossa remuneração é calculada sobre o valor conquistado. Dessa forma, você tem acesso à Justiça sem precisar desembolsar nada antes. A gente só ganha quando você ganha.

Julio Feltrim - Sócio-Fundador da Feltrim Correa Advogados
AUTOR

Julio Feltrim

Com 15 anos de experiência na advocacia, Julio Feltrim é fundador do escritório Feltrim Corrêa Advogados, onde atua na liderança estratégica e no desenvolvimento de soluções jurídicas inovadoras para clientes e parceiros. É Pós-Graduado em Processo Civil pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, possui Pós-Graduação em Direito do Trabalho e Compliance Trabalhista pela Fundação Getúlio Vargas e LLM em Direito Empresarial pelo Insper. Sua trajetória também inclui participação no Founder Institute – São Paulo Winter 2022 Program, reforçando sua visão empreendedora e de inovação na prática jurídica.

Entre em contato conosco:

Nos envie seu caso para analisarmos.

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